{"id":980,"date":"2020-05-12T22:36:41","date_gmt":"2020-05-12T22:36:41","guid":{"rendered":"http:\/\/psicoterapialisboa.com\/psicoterapialisboa\/?p=980"},"modified":"2020-05-12T22:56:25","modified_gmt":"2020-05-12T22:56:25","slug":"obsessoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/psicoterapialisboa.com\/psicoterapialisboa\/pt\/alguns-casos\/obsessoes\/","title":{"rendered":"Obsess\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-865\" src=\"http:\/\/psicoterapialisboa.com\/psicoterapialisboa\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/obsesion-218x300.jpg\" alt=\"\" width=\"218\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/psicoterapialisboa.com\/psicoterapialisboa\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/obsesion-218x300.jpg 218w, https:\/\/psicoterapialisboa.com\/psicoterapialisboa\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/obsesion.jpg 744w\" sizes=\"(max-width: 218px) 100vw, 218px\" \/><span style=\"font-size: 14pt;\">Todo a gente tem ficado obcecada por um pensamento, uma preocupa\u00e7\u00e3o, uma mem\u00f3ria que retorna uma e outra vez, ou at\u00e9 mesmo pela letra duma can\u00e7\u00e3o repetindo-a infinitamente nas nossas cabe\u00e7as.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">Onde acaba a preocupa\u00e7\u00e3o e come\u00e7a a obsess\u00e3o? At\u00e9 que ponto \u00e9 normal adquirir o h\u00e1bito de fazer certas coisas ou faz\u00ea-las sempre de uma certa maneira?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">\u00c9 ordem ou \u00e9 obsess\u00e3o?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">Dever\u00e1 pedir conselho quando estes sintomas lhe causarem algum tipo de sofrimento. Mais ainda, quando os sintomas o impedirem de realizar a vida que quer e o tornarem incapaz de trabalhar, socializar, comer ou se comunicar regular e facilmente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">A fam\u00edlia e o entorno em geral devem mostrar compreens\u00e3o para este problema, mas nunca participar de rituais ou repeti\u00e7\u00f5es. E certamente n\u00e3o ajuda tentarem acalmar o sofredor. Contrariamente ao que pode parecer, essas atitudes (que s\u00e3o solu\u00e7\u00f5es tentadas) apenas refor\u00e7am a confus\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">Se o caso for grave, afetando o dia a dia, \u00e9 muito prov\u00e1vel que possa ser tratado e melhorado sem recorrer \u00e0 medica\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">E depois? \u00c9 este tipo de desordem permanente? Considera-se geralmente que, ap\u00f3s um ano de tratamento farmacol\u00f3gico, se a pessoa estiver totalmente operacional e livre de sintomas durante, pelo menos, duas semanas, a necessidade de continuar o tratamento farmacol\u00f3gico dever\u00e1 ser reavaliada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">Mas cuidado porque, depois de uma cura bem sucedida, os sintomas podem retornar e dever\u00e3o ser abordados o mais rapidamente poss\u00edvel.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\">No entanto as obsess\u00f5es nem sempre s\u00e3o causadas por uma desordem obsessiva; existem outros processos tal como a depress\u00e3o que podem vir acompanhados de pensamentos obsessivos. Nestes casos, o tratamento da depress\u00e3o melhora os sintomas obsessivos.<\/span><\/p>\n<p><em><strong>(Imagem de\u00a0<a href=\"http:\/\/sam-bcn.blogspot.com.es\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Sandra Seroubian<\/a>;\u00a0Tradu\u00e7\u00e3o por\u00a0<a href=\"http:\/\/www.gmrceramic.se\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Gloria Morales de los R\u00edos<\/a>)<\/strong><\/em><\/p>\n<!--themify_builder_content-->\n<div id=\"themify_builder_content-980\" data-postid=\"980\" class=\"themify_builder_content themify_builder_content-980 themify_builder tf_clear\">\n    <\/div>\n<!--\/themify_builder_content-->\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Todo a gente tem ficado obcecada por um pensamento, uma preocupa\u00e7\u00e3o, uma mem\u00f3ria que retorna uma e outra vez, ou at\u00e9 mesmo pela letra duma can\u00e7\u00e3o repetindo-a infinitamente nas nossas cabe\u00e7as. Onde acaba a preocupa\u00e7\u00e3o e come\u00e7a a obsess\u00e3o? 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